Tudo posso naquele que me fortalece....

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

OS FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR.

No livro de I Samuel nos capítulos de 1 a 3 encontramos a historia de uma mulher chamada Ana.
Ana era casada com um homem da tribo de Efraim chamado Elcana que morava em Rama. Por ser um costume da época Elcana possuía outra mulher: Penina, esta possuía filhos e filhas, porém Ana era estéril.
Todos os anos Elcana saía de Ramá e ia à Siló a fim de adorar e oferecer sacrifícios ao Deus Todo Poderoso, juntamente com ele iam suas mulheres e seus filhos e para cada um deles dava-lhe uma porção para o sacrifício, mas como ele amava mais a Ana dava a ela uma porção dobrada.
Penina ao perceber o amor de seu marido para com Ana se tornou inimiga da mesma. Constantemente ela a aborrecia e a humilhava:
(Entram no palco Penina e Ana)

Penina – Crianças, onde estão vocês?
(Entram as crianças)
Penina – Meus filhos! Como é bom tê-los comigo. Vocês são a alegria da minha vida, como seu pai fica feliz em ter vocês. Obrigado Senhor por poder conceder essa satisfação ao meu esposo. Filhos! Presente de Deus para Elcana e para mim. Como nossa casa ficaria triste sem eles! Vamos, crianças é hora de voltarmos pra casa.
(Dirigindo-se para Ana) Já chamou pelos seus Ana? Precisamos ir agora. Pegue seus filhos, já é hora de voltarmos
(Ana fica chorando)
Elcana – Ana?! Porque você está chorando? Ana, me conte o que aconteceu com você? Porque não come? Porque está sempre triste? Você não era assim Ana. O que foi filha, me conte.
Ana – Como posso estar feliz se não tenho filhos? Como não ficar triste se não posso te dar essa alegria?

Elcana – Não fique assim, Ana. Você é uma mulher tão bela, essa fisionomia abatida não combina com você. Libere um sorriso. Vamos, sim?
Ana - Você não pode entender... Porque todas as mulheres podem ter filhos e eu não. (Ana começa a chorar). Senhor, não vou conseguir agüentar tamanha humilhação. (Ana continua a chorar) A cada dia sofro com as provocações de Penina. Elcana, porque não posso ser mãe? O que fiz pra merecer isso? Veja Penina, quantos filhos ela lhe deu ... e eu?
Alcana – Ana, não há motivo para essa tristeza toda. Por acaso eu não sou melhor para você do que 10 filhos? Quero vê-la da forma como a conheci. Radiante de felicidade e com um sorriso aberto. Eu te amo e você bem sabe disso. Não quero te ver triste desse jeito. Faça isso por mim
Penina (dirigindo-se para Ana) – Sabe Ana, no fundo sinto muita pena de você. Acredite, não sei o que faria se Deus não permitisse que tivesse filhos. (Suspiro) É, mais Deus sabe o que faz. Se você não pode ter, paciência! Nada vai fazer mudar essa situação
Narrador – No ano seguinte Elcana tornou a dirigir-se à Silo. Ana continuava a sofrer humilhações de Penina.
Penina (dirigindo-se para Ana) – Ó Ana, você anda tão cabisbaixa... Mas eu até entendo. Há situações na vida que nos deixam assim mesmo. Eu ao menos tenho os meus filhos, já você...
(Ao ouvir essas palavras Ana corre desesperada para a tenda sagrada, que pode ser um local a esquerda do palco)
Ana – Ó Deus Todo Poderoso, olha para mim, tua serva. Vê a minha aflição e lembra-te de mim! Não te esqueças da tua serva. Se tu me deres um filho, prometo que o dedicarei a ti por toda a vida... Senhor Deus de Israel atenta para o clamor da tua serva. Dê-me essa alegria, ó Pai. Um filho Senhor, só é isso que lhe peço, um filho... Conceda-me essa graça que eu o devolverei para o Senhor, não o quero pra mim, ó Deus, somente desejo abraça-lo e ter a felicidade de poder ser mãe. ó Senhor... tenha piedade, piedade Senhor...
(Eli se aproxima e ao ver Ana mexendo naquele estado, a repreende pensando que ela estivesse embriagada)
Eli – Essa aqui é uma tenda sagrada, não é uma habitação qualquer minha senhora, isso aqui é a casa do Nosso Deus. Se faz necessário que todos, todos respeitem esse lugar... (pequena pausa) Até quando você vai ficar embriagada? Quanta perversão! Da próxima vez que desejar adentrar a esse lugar aparta de ti o vinho e veja se ao menos entre consciente.

Ana (olhando humildemente e calada) – Senhor, eu não estou bêbada, não bebi nem vinho nem bebida forte. Estou desesperada e estava orando, contando a minha aflição ao Eterno. Não pense que sou uma mulher sem respeito, eu estava orando daquele jeito porque sou muito infeliz e sofredora. Ó Sacerdote, estou angustiada, sou uma mulher atribulada de espírito. Nada tenho bebido porém tenho derramado a minha alma perante o Deus dos céus.

Eli – Agora entendo... fiz mau juízo sobre a senhora. Percebo que és de fato uma mulher temente a Deus, pois em meio ao meu julgamento precipitado nem por isso se alterou ... Sendo assim vá em paz, que o Deus de Israel lhe dê o que você pediu. Eu que a um momento atrás te repreendi agora te abençou. Que o Deus Eterno te conceda a tua petição

Narrador – Assim Ana saiu e já não estava tão triste. Na manhã seguinte Elcana e sua família se levantaram cedo e adoraram ao Senhor e voltaram para a sua casa em Ramá. Em Ramá Elcana possuiu a Ana e o Senhor respondeu a sua oração. Ela ficou grávida e no tempo certo deu a luz um filho e pôs nele o nome de Samuel
(Ana entra no palco com uma criança de poucos meses no colo)
Ana – O Senhor ouviu a minha oração. Glórias a Deus, hoje sou mãe! Louvado seja o Senhor dos Exércitos que atentou os seus ouvidos à voz das minhas súplicas. Ó Senhor, concedestes o desejo do meu coração. Graças a ti ó Pai, não me desamparastes, pelo contrário tens mostrado que seus ouvidos não estão tapados para que não possa ouvir aos que clamam a ti e esse filho se chamará Samuel, Samuel será o seu nome pois eu o pedi ao Deus Eterno. Engrandecido sejas para todo o sempre! Vejam eu tenho um filho. Sou uma mãe.
Narrador – Um ano depois, Elcana e sua família foram a Siló para oferecer ao Senhor o sacrifício anual
(No palco Ana, Samuel e Elcana)
Elcana – Já é hora de irmos. Você vem conosco Ana?
Ana –Dessa vez não irei, mas assim que o menino for desmamado, eu o levarei a casa do Senhor para que ele fique lá toda a sua vida.
Elcana (surpreso) – O que você disse? Acho que não entendi direito, como pode Ana?
Penina – Esta maluca?!? Você só tem um filho e vai dá-lo ao Senhor por toda a sua vida.
Ana – Assim como o Eterno foi fiel comigo também serei fiel a ele. Samuel será oferecido ao Senhor, visto que ele atendeu a minha oração.
Elcana – É... faça o que achar melhor. Fique em casa pelo menos até que ele seja desmamado e o Senhor faça que de fato se cumpra a promessa que você fez
Narrador – Ana ficou em casa e amamentou o filho. Depois que ele foi desmamado ela o levou a Silo. Samuel ainda era muito pequeno quando sua mãe o levou a casa do Senhor e o entregou ao Sacerdote Eli
(No palco Ana, Elcana, Samuel e Eli)
Ana – Sacerdote Eli, sou aquela mulher que o senhor viu aqui orando. Eu sou aquela que se encontrava angustiada e aqui estava ajoelhada somente a mexer os lábios. Eu pedi essa criança ao Meu Deus e Ele me deu o que pedi. Por esse menino orava eu e fui respondida Por isso agora estou dedicando este menino ao Eterno. Enquanto ele viver pertencerá ao Todo Poderoso. Eu o pedi mais não para que ficasse pra mim, mais para ser entregue ao Senhor. (Eli recebe o menino)
Eli – Louvado seja o Senhor Deus que está sempre pronto a atender as orações dos seus servos. Certamente esse menino será um vaso de honra para o Deus dos céus. Algo de especial há reservado para ele. Assim que se cumpra o voto que votaste como também a vontade do Senhor
(Ana e Elcana se despedem do menino Samuel e com eles ainda no palco Ana faz essa oração)
Ana – O Deus Eterno encheu o meu coração de alegria; por causa do que Ele fez hoje eu ando de cabeça erguida. A mulher que não podia ter filhos deu a luz 7 filhos mas a que possuía muitos filhos ficou sem nenhum. Estou rindo dos meus inimigos e me sinto feliz pois Deus me ajudou. Ele levanta os pobres do pó e tira da miséria os necessitados, Ele protege a vida dos que são fiéis a Ele mas destrói os seus inimigos. Ninguém é Santo como o Deus Eterno, não existe outro Deus além dele, não há protetor como o Nosso Deus.
Narrador – Então Elcana voltou para a sua casa em Ramá mas o menino Samuel ficou em Siló no serviço do Senhor como ajudante do Sacerdote Eli.
Samuel era ainda muito pequeno e mais já ajudava Eli na adoração ao Senhor. Naqueles dias poucas mensagens vinham do Senhor e as visões também eram muito raras. Certa noite quando Eli estava dormindo no seu quarto o Deus Eterno chamou a Samuel:
Voz – Samuel, Samuel...
Samuel – Estou aqui. (corre e vai ter com Eli). O Senhor me chamou, Sacerdote Eli. Estou aqui o que queres?

Eli – Eu não chamei você, Samuel. Volte para seu o quarto, você deve ter sonhado
Samuel – Não, não foi um sonho. Eu ouvi claramente quando alguém chamou Samuel, Samuel. Pensei ter sido o senhor
Eli – Mas não foi eu quem o chamou, vá se deitar está bem?
Narrador – Por mais uma vez o menino Samuel ouviu chamar o seu nome, mas ele ainda não conhecia a voz do Deus Eterno. Em seguida o Senhor chamou Samuel pela terceira vez
Voz – Samuel, Samuel
Samuel – Estou aqui. O senhor me chamou? O que queres?
Eli – Meu filho, já é a terceira vez em que você escuta alguém lhe chamar e não sou eu... Ah, agora compreendo é o Senhor quem está chamando por você, meu filho. Glórias a Deus! O Eterno não se esqueceu do seu povo e tem algo a nos dizer Volte para a cama e se novamente chamarem por você diga: Fale ó Senhor pois o teu servo está escutando.
Narrador – E Samuel voltou para a cama. Então o Eterno veio e ficou ali. E como havia feito antes, disse:
Voz - Samuel, Samuel!
Samuel (ajoelhado) – Eis-me aqui. Fale, ó Senhor pois o teu servo está escutando
Voz – Samuel, eis aqui vou eu fazer uma coisa em Israel, a qual todos os que ouvir lhes tinirão ambas as orelhas...

Narrador (começa um pouco antes da voz cessar de falar) – Samuel continuava no serviço do Deus Eterno. Embora ainda fosse menino vestia um manto sacerdotal de linho. Todos os anos Ana sua mãe fazia uma túnica para ele e levava quando ia com seu marido oferecer o sacrifício anual.(Samuel corre e abraça seus pais e todos estão muito alegres). Então Eli abençoava Elcana e sua mulher e dizia:
(No palco Ana, Eli, Elcana e Samuel)
Eli (abençoando Elcana) – Que o Senhor dê a você e a Ana sua mulher outros filhos para tomarem o lugar do que foi dado a Ele. Fiel é Deus para fazer muito mais além daquilo que pensamos ou sonhamos. Ele ao certo concederá a vocês muito mais do que vocês pediram
Narrador – E o Eterno abençoou a Ana e ela teve mais 3 filhos e 2 filhas. E o menino Samuel crescia no serviço do Deus Eterno
(No palco Ana, Elcana , seus cinco filhos, Samuel e Eli)


Mensagem
Nesse relato podemos ver que o Senhor realizou o desejo de Ana que era o de ser mãe. Percebemos também o exemplo de fé que Ana demonstrou, pois ela que não podia ter filhos ao conseguir um o devolveu ao Senhor. Mais não ficou somente nisso: como troca por sua obediência o Deus Eterno lhe concedeu mais outros 5 filhos. Ana foi um canal de benção para o povo de Israel pois seu filho Samuel mais tarde veio a ser um grande juiz e profeta através de quem Deus falava
A todas as mães aqui presentes desejamos que siga o exemplo de Ana que dedicou o seu filho ao Senhor.a bíblia nos diz no livro de Salmos nº 127:3 que os filhos são um presente do Senhor, sendo assim devemos ensinar-lhes como prosseguirem para que venham agradar a Deus. O maior sonho de Ana era o de poder ser mãe, e ela ao ver o seu desejo realizado não agiu com negligência ou egoísmo, pelo contrário; cumpriu com o seu voto e abriu mão daquilo que tinha de mais precioso e ofereceu ao Deus que a havia abençoado com essa dádiva. A nossa finalidade nessa rápida encenação é poder mostrar para todas as mães aqui presentes que existe um caminho a ser trilhado por nós e pelos nossos filhos. Ana conduziu Samuel por um caminho de comunhão com Deus. Ela não só mostrou simplesmente qual era o caminho, mas também andou por ele. E esse caminho é aquele que está relatado em João 14:6 que diz “Eu sou o caminho, a verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai senão por mim”.. O caminho é Jesus, Cristo Jesus. É ele quem conduz o homem ao céu.
Ana tinha certeza que o Deus que ela servia era poderoso pra fazer muito mais abundantemente além daquilo que ela esperava, pois assim como nos diz a palavra do Senhor no livro de Salmos nº 37 verso 4 onde consta quando nós nos entregamos ao Senhor, quando nos colocamos a seu serviço, quando fazemos a sua vontade, Ele concede o desejo do nosso coração. Que assim como foi Ana todas as mães possam fazer o mesmo: Educar a criança no caminho em que deve andar e até quando ela envelhecer não se desviará dele

 
Essa história também fica muito legal usando fantoches.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

HISTÓRIA INFANTIL - SUJOÃO

       

                                         A HISTÓRIA SE SUJOÃO


PREPARAÇÃO:
UMA TOALHA
UM SABONETE
UM PENTE
UMA ESCOVA DE DENTE

EU SEI QUE VOÇÊS CONHECEM O QUE EU TROUXE
QUANTOS DE VOÇÊS USARAM ESSES OBJETOS HOJE
NINGUÉM GOSTA DE FICAR PERTO DE UMA PESSOA QUE ESTÁ SUJA. TODOS ESSES OBJETOS NOS AJUDAM A FICARMOS COM O CORPO LIMPO. SERÁ QUE ESSES OBJETOS NOS AJUDAM A LIMPAR NOSSAS MENTES?
COMO PODEMOS FICAR LIMPOS POR DENTRO?

A HISTÓRIA A SEGUIR NOS FALA DE UM MENINO QUE APRENDEU A FICAR LIMPO POR FORA E POR DENTRO.

MATERIAL:

UM COPO SUJO ( COLOQUE DENTRO DELE, BORRACHA, LÁPIS, PEDRA, NOTA
UM COPO LIMPO
UMA LIXEIRINHA
UMA BÍBLIA
                                                                    Sujoão
         João morava em uma casa bem pequena num morro, ao lado do depósito de lixo. Sua mãe saía bem cedo para trabalhar. Parecia que ninguém cuidava do João. Suas roupas estavam sempre sujas e os seus cabelos despenteados. Ele não tomava banho todos os dias, nem escovava os dentes. Ele era um menino triste e mal humorado. (mostre o copo sujo).



Apesar de ser um bom aluno, João não gostava de ir à escola, pois os meninos zombavam dele chamando-o de Sujoão, porque ele era bem sujo. Ele vivia com um grupo de meninos que furtavam objetos das pessoas e fumavam. Todos os chamavam de Sujoão. Ele já estava até acostumado e nem se importava. Mas João não gostava do seu nome e pensava que ninguém gostava dele.


Algumas vezes, ele achava alguma coisa no depósito de lixo e vendia para conseguir algum trocado.


Certo dia, chegou um caminhão e jogou muitos livros no depósito de lixo (mostrar a lixeirinha) .


João pegou um dos livros, abriu e viu o seu nome em algumas páginas. Logo se interessou e quis saber o que estava escrito naquelas páginas (mostrar a Bíblia). João não sabia que aquele livro era a Bíblia. Ele começou a ler o Evangelho de João 3.16 “porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Ele compreendeu que Jesus havia morrido para salvá-lo. João entendeu a mensagem da salvação.


Deus o amou tanto, que mandou Seu Filho Jesus Cristo morrer numa cruz pelos seus pecados. João começou a chorar e arrependeu-se das coisas erradas que fazia e pediu a Jesus para limpar a sua vida. Ele sentiu uma alegria tão grande que o seu rosto se transformou. (mostrar o copo limpo). Ele até começou a gostar do seu nome.


Os meninos da rua começaram a notar que o Sujoão estava diferente. Ele não queria mais fumar, nem roubar.


A vida de João foi transformada. Ele voltou a freqüentar a escola e todos notaram a mudança. E os meninos lhe perguntaram: “_ O que está acontecendo Sujoão?”. Ele dizia: “ _Eu não me chamo mais Sujoão. Eu me chamo João e sou feliz com o meu nome!.


Os meninos perceberam que João não estava mais sujo. Ele agora tomava banho, penteava o cabelo, escovava os dentes e suas roupas estavam limpas também.


O meninos queriam saber o que tinha acontecido. João reuniu a turma e contou a sua história. Ele mostrou o livro onde estava escrito o seu nome, a Bíblia, e disse bem alto o seu versículo predileto (João 3.16).


João agora estava limpo, não só por fora, mas por dentro também. Jesus entrou na sua vida e o transformou em uma nova criatura ( mostrar o copo limpo).


João levou alguns meninos para conhecerem o Senhor Jesus. Por onde ele andava, levava sua Bíblia e contava a sua história.


Perguntas para o aluno:


E você, já conhece o Senhor Jesus?

Você já contou aos seus amigos sobre o seu Salvador, para que todos tenham alegria em conhecê-lo?

Como você pode manter-se limpo por dentro?

Deixe Jesus entrar em sua vida e limpá-lo de todo pecado.

Quantas vezes você precisa usar a toalha, o sabonete e a escova de dente para ficar limpo? Todos os dias?

Quantas vezes devemos ler a Bíblia para nos conservarmos limpos por dentro? Sim, todos os dias.

Leia a sua Bíblia para conhecer mais acerca do Senhor Jesus!
















domingo, 4 de julho de 2010

ATIVIDADES PRONTAS - COORDENAÇÃO MOTORA.

BRANQUINHA, O OVELHINHA DESOBEDIENTE.


Branquinha era uma ovelhinha muito curiosa e desobediente. Ela fazia parte de um rebanho de 100 ovelhas que eram cuidadas amorosamente por um dedicado pastor. Todos os dias o pastor levava o rebanho para apascentar em verdes campos, mas sempre cuidando delas; não deixava que traspassassem os limites, porque aquela era uma região de animais peçonhentos e selvagens.


Branquinha sempre chegava perto do limite e olhando ao longe pensava:


-Com certeza há plantinhas muito mais deliciosas, bem longe daqui! Meu sonho é um dia fazer dessas plantinhas um saboroso banquete!


O pastor, que a conhecia muito bem, sempre ficava de olho nela e dizia:


-Branquinha, minha pequena! Venha para perto de mim! Você sabe que não deve ir longe.


Então, Branquinha, contrariada, voltava para o rebanho.




Num daqueles dias, o lobo descobriu o lugar onde estavam as ovelhas e logo percebeu a facilidade de se aproximar de Branquinha porque ela sempre se afastava do rebanho e do pastor.


Então, o malvado, maquinou um plano para devorar a Branquinha. Ele se disfarçou de plantinha, se aproximou dela e começou a chamá-la:


-Psiu! Psiu!


-Esta falando comigo? Disse Branquinha procurando quem a chamava.


- Sim!, Respondeu o lobo falseando a voz para simular que eram as plantinhas que estavam falando.


-Plantinhas?…São vocês?


-Sim, somos nós querida ovelhinha!


-Mas que maravilha! Nunca tinha ouvido plantinhas falar! Esperem ai! Vou chamar o meu pastor! Garanto que ele vai se surpreender!


-Não! Espere ovelhinha. A gente não fala com humanos. Só com ovelhinhas! Respondeu o lobo apavorado.


-Ah que pena!


-Pois é! eu tenho observado muito você por esses dias! Você é uma ovelhinha muito diferente! Disse o mentiroso.


-É mesmo? Respondeu Branquinha toda feliz. – como assim?


-Você é uma ovelhinha “antenada” e inteligente. Vejo que você gosta de explorar novos lugares, e aposto até que você já sabe que depois do vale, lá bem longe… Há umas plantinhas saborosas.


-Sim, claro! Eu sou a única ovelhinha inteligente neste rebanho… E por isso sabia daquelas plantinhas…. Mas, acontece que….


-O que foi querida? Pode falar!


-É que o meu pastor não leva a gente a pastar além do vale, porque disse que é perigoso.


-Pois é, para você ser uma ovelhinha descolada e chic, está faltando mais uma coisa!


-O que, o que?… disse branquinha completamente envolvida na conversa do malvado lobo.


-LIBERDADE! Uma ovelhinha esperta, tem que ser livre. Ser livre é fazer o que você quiser, do jeito que quiser, onde você quiser e quando quiser. Liberdade é fazer tudo o que você tem vontade de fazer!


-É mesmo? Disse Branquinha sem desconfiar.


-Sim! Nós somos umas plantinhas chiques e livres. Você quer ser como a gente?


-Sim quero ser LIVRE!


-Então quer ir com a gente além do vale para comer as plantinhas saborosas que só existem por lá?


-Sim vamos! Respondeu Branquinha empolgada.


E assim o lobo conseguiu enganá-la, afastando-a do rebanho e da proteção do pastor.


Depois de terem caminhado vários quilômetros, Branquinha estava exausta.







Enquanto isso o pastor estava chegando ao redil, e como fazia todos os dias, ele ficou parado na entrada contando as ovelhas à medida que entravam.


-Floco de neve… Rabinho Branco… Docinho… Pinguinho… Orelhinha… Algodãozinho… e…. Branquinha? Onde está Branquinha? Ela não voltou com o rebanho? Alguém a viu? Gritava desesperado o pastor.


-Oh, não! Sairei à sua procura imediatamente! Disse, enquanto fechava a porta do redil e pegava o cajado em sua mão.


Foi assim que corajosamente o pastor saiu em busca da sua amada ovelha.


Bem longe dali, além do vale, Branquinha ainda caminhava seguindo “as plantinhas chiques e livres”, quando disse:


-Chega de andar, já estou exausta e com muita fome!


-Estamos longe do pastor? Perguntou o lobo.


-Sim, estamos muito longe.


- Então pode comer sim! Venha aqui, coma, coma… Somos muito saborosas, disse o lobo enquanto se preparava para devorar Branquinha.


Sem pensar duas vezes, Branquinha, deu uma mordida nas plantinhas…


-uhggggg!! Que nojo! Vocês são plantinhas falsas, de plástico.





-Sim, mas eu sou um autêntico lobo! Disse o malvado enquanto arrancava o disfarce. Ele começou a perseguir a Branquinha com as suas afiadas garras e temíveis dentes.


-Ah!! É o lobo mau! Socorro! Não Quero ser comida pelo lobo! Pastoooooorrr! Socorro! Gritava Branquinha enquanto corria desesperada com o lobo no seu encalço.


O lobo conseguiu capturar Branquinha e deu uma mordida em seu rabo.


Branquinha pensou que estava tudo acabado, que o seu fim havia chegado, até que de repente…, ouviu a voz do seu amado pastor.



-Solte-a, agora, tire sua mãos imundas da minha ovelha! Gritou o pastor enquanto batia fortemente no lobo com o seu cajado.


Branquinha chorava desconsoladamente com medo de que o malvado lobo ferisse o seu pastor. Depois de muita luta, a amedrontada ovelhinha ouviu a voz do pastor que estendia seus carinhosos braços para ela:


-Está tudo bem Branquinha. Não tenha medo! O perigo já passou. Venha para meus braços. Agora você está segura.


Como Branquinha estava agora feliz nos braços do seu pastor!


E o lobo? Querem saber o que aconteceu com o lobo? Ele ainda está correndo da surra que levou do pastor.



O pastor levou a ovelhinha nos seus ombros até o redil. Ele estava feliz porque a tinha achado, porque a tinha resgatado bem a tempo. Ainda que resgatá-la lhe custara varias mordidas do lobo mau.


A ovelhinha estava muito arrependida e agradecida, e prometeu nunca mais desobedecer nem desconfiar da bondade do seu pastor. Afinal ele arriscara a própria vida valentemente para salvá-la.


Essa noite houve no redil uma grande festa como nunca antes. Porque as ovelhas e o pastor alegraram-se toda a noite. E vieram os vizinhos e os amigos, e até os grilos, os sapos e todos os animais do vale cantaram alegremente com eles. E essa noite a lua brilhou mais resplandecente que nunca.

Branquinha tinha voltado sã e salva para o rebanho.


“Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (João 10:11)


Estava procurando uma história sobre a ovelha perdida e encontrei essa que eu gostei muito escrita pela Pastora Gabriela Pache de Fiúza no blog sementinhakids. O blog é uma bênção!

sábado, 3 de julho de 2010

HISTÓRIA INFANTIL - TITA, A LAGARTINHA.

Tita era uma lagartinha ainda muito novinha que mal acabara de nascer no início da primavera.


Uma tarde, quando ela passeava sobre uma folhagem do jardim de Batatinha, a filha da dona da casa, ao olhar para uma brilhante gota d’água, Tita levou um grande susto. No brilho da água ela viu seu rosto como num espelho e, qual não foi a sua surpresa, quando descobriu que era tão feia, mas tão feia como ela nunca havia visto igual! Ela nunca havia visto uma lagarta em toda a sua vida!


Tita pôs-se a chorar tanto e tão alto que, se houvesse alguma pessoa passando pelo jardim, poderia ouvi-la soluçar e fungar.


Tita, que já era uma lagartinha pequenina e quietinha, passou a ser ainda mais quieta, mais triste, mais feia e apagada.


No meio daquelas lindas flores do jardim de Batatinha ela se escondia cada vez mais, sempre encorujada e dizendo:


- “Por que eu não nasci uma flor, elas são tão lindas e tão admiradas e eu, uma feia e magricela lagartinha, sem amigos e, o que é pior, sempre verde!”




Batatinha todos os dias jogava água limpa e fresca sobre seu lindo jardim, e as flores cresciam cada vez mais viçosas e cheirosas.


Havia uma flor, uma linda margarida que, enquanto tomava seu banho pensava:


- “Como é boa a Batatinha, é uma pena que ela não possa fazer nada pela pobre Tita.”


No meio do jardim havia uma árvore, uma grande árvore e lá no topo, um ninho onde morava um lindo passarinho que cantava, alegrando todas as manhãs.


O passarinho era amigo das flores, das folhagens e das árvores.


Enquanto sobrevoava o canteiro das flores, viu tão escondidinha e tão chorona, a lagartinha Tita deitada sobre uma folha. Então o passarinho resolveu pousar e ter com Tita uma longa conversa:


- Que coisa feia, você uma lagartinha, chorando desse jeito! Distraída assim, qualquer hora alguém esbarra em você e adeus, lagartinha!


Tita respondeu com lágrimas nos olhos:


- Você fala assim porque sabe que é um lindo passarinho, grande e, que acima de tudo, sabe voar. Por isso conhece todo mundo e é admirado por todos, mas eu não passo de uma minhoca desajeitada, magricela e feiúda...
Chamou-a num canto e disse bem baixinho em seu ouvido para que ninguém escutasse:


- Você é uma lagartinha privilegiada, todas as lagartas são privilegiadas porque depois de algum tempo sendo feias, magricelas e verdes, vocês sofrem uma grande mudança e se tornam belas e coloridas borboletas. Isso é a natureza, cheia de segredos e surpresas na primavera!


E o passarinho deu a chorona Tita uma grande lição:


- Temos que ser felizes e agradecidos por sermos o que somos simplesmente, pois a natureza nos reserva lindas surpresas. Foi o próprio Deus quem nos criou.


A pobre Tita não conhecia o seu destino, nunca ninguém tinha lhe contado que de lagartinha ela passaria a ser borboleta. E disse mais:


- Não sei quando tudo vai acontecer, mas tenha paciência que esse dia vai chegar e tudo vai ser muito bom.


E desse dia em diante, Tita passou a pensar muito naquilo que o passarinho lhe havia falado.


- Eu posso ser feliz assim com eu sou. Até que para uma lagarta verde, eu sou até simpática.


Tita já não olhava para si com pena do que via. Agora, quando olhava sua imagem refletida numa gota de chuva, pensava:


- Sorte a minha ser uma lagartinha, pelo menos eu posso andar e passear sobre as folhas, contemplar as lindas flores e esperar com alegria o dia de amanhã.






E numa manhã Tita levantou-se diferente, não sabia porque, mas sentia vontade de voar. Olhou para os lados e viu lindas, grande e coloridas asas que tinha feito antes, saiu voando sobre as flores do jardim de Batatinha.




Tinha chegado hora de Tita, ela agora era uma borboleta exatamente como o passarinho lhe havia dito.


Então, a triste e chorona Tita passou a ser a mais linda e alegre borboleta de todo jardim, porque acreditou, porque esperou e alcançou uma felicidade ainda maior que a que possuía, mesmo como lagartinha.


Assim somos nós, às vezes tristes, às vezes feios, mas Deus nos prometeu uma coisa que eu vou contar agora para vocês:


Ele prometeu que nos transformaria, que tiraria todo o pecado da gente que nos faz ficar feios e tristes, para fazer lindos, felizes e livres como ficou a lagartinha Tita. Tudo isto pode acontecer aqui mesmo, agora.


“Assim que, se alguém, está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Corintios 5:17).


“Eis que vos digo um mistério: na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Corintios 15:51-52).
Se você quiser ter a mesma experiência que Tita teve, escute o conselho de Jesus como Tita ouviu o conselho do passarinho. Espere, confie nEle e então, talvez numa manhã como aquela, você acorde diferente.


Quando olhar para você mesmo vai ver uma outra pessoa, aquela que Deus quis que você fosse, bem mais bonita e bem mais feliz, como Tita, a lagartinha que virou uma linda borboleta.



História e desenhos – extraídos do livro Tita ,  a largatinha – Editora Redijo
(infelizmente não sei o nome do autor ou autora do livro, se alguém souber, por favor deixe aqui)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 2 de julho de 2010

A MOEDA MISSIONÁRIA.

                                        A moeda missionária




2- Um domingo uma menininha chamada Bete, foi para à escola dominical. Depois da lição a professora contou a classe sobre uma caixa que as pessoas na igreja estavam enchendo para mandar para a sua missionária na Índia. Era para todos trazer uma ou mais coisas para ajudar e alegrar a vida e ministério de sua missionária. Então a professora pediu sugestões do que trazer. Umas crianças sugeriram pentes, toalhas de mão ou de louça, pacotes de chá ou suco, papel, envelopes, canetas e outras coisas deste tipo.




3-Depois do culto, a Bete voltou para casa muito triste, pois ela era muito pobre. Todas as coisas sugeridas, faltavam na sua casa.Não tinha nada que ela pudesse dar. Então decidiu orar sobre o assunto. Depois que terminou de orar, ela saiu para brincar, sabendo que Deus responderia sua oração do modo que Ele achasse melhor.




4-Passou uns dias e Bete tinha quase esquecido da caixa missionária, quando na volta para casa da escola, viu uma faísca de um brilho na calçada. Ela abaixou para ver e descobriu que era uma moeda de 10 centavos. Que alegria sentiu! Fazia tanto tempo que não tinha nem um dinheiro para gastar – o que será que ela poderia comprar? 4 balinhas? 1 chiclete? Uma figurinha?


5-Parou a pensar na sua sorte de achar a moeda, quando o Espírito Santo trouxe a sua lembrança a caixa missionária e sua oração.- “Realmente esta moeda é a resposta de Deus para que eu possa dar alguma coisa para a missionária.” Pensou a Bete. E ela voltou para casa e guardou a moeda.


No próximo domingo, depois que todas as outras crianças tinham deixado seus presentes com a professora para por na caixa e foram embora, a Bete aproximou-se da professora e entregando a moeda de 10 centavos na sua mão, pediu: _ O que posso comprar para a missionária com esta moeda? A professora quase disse: _”Nada.” Mais olhando a menina toda vestida com roupas velhas e pensando no que deveria ter custado para ela ganhar a moeda e não gastar consiga mesmo, parou e refletiu um minuto.


6- “Bete!” exclamou, “eu acho que dar para comprar um folheto com este dinheiro!” E foi combinado. Junto com o folheto a professora escreveu uma carta à missionária contando os detalhes do presente da Bete. Pediu que ela orasse para que Deus a guiasse para dar o folheto a pessoa certa.


7- Várias semanas depois a missionária recebeu a caixa com o folheto e a carta. Ela o guardou até que um dia passou um rajá Burmes, de uma aldeia distante, pela sua casa. Quando ela o viu, o Espírito Santo a fez lembrar do folheto, esta é a pessoa que deveria recebê-lo.


O rajá, levou o folheto para onde iria passar a noite. Ele o leu 3 vezes. Não conseguiu dormir e nem tomar o seu café na manhã seguinte. Ele percebeu que era culpa do folheto e resolveu devolvê-lo a missionária. Chegando na casa dela, ele explicou que o folheto estava fazendo ele se sentir mau por dentro e não o queria mais.


A missionária conversou com ele dizendo que era a Palavra de Deus, mostrando que ele era pecador e que precisava ser salvo pelo intermédio do sangue precioso de Jesus Cristo, o único Filho de Deus, que foi derramado na cruz por nossos pecados. Mostrando mais versículos na Bíblia e respondendo todas as suas perguntas, em pouco tempo o rajá abaixou sua cabeça e orou convidando Jesus para perdoar seus pecados e ser seu Salvador. Mais tarde, o rajá voltou regozijando-se para a sua aldeia.


Um ano se passou e a missionária estava viajando visitando igrejas em lugares distantes da casa dela, quando chegou a uma aldeia onde havia parado. Ela lembrou que era a aldeia daquele rajá, a quem tinha entregue o folheto. Decidiu parar e ver como ele estava passando na sua vida espiritual, tão longe de outros crentes.


8-Ela se espantou, pois a primeira coisa que viu ao entar na aldeia, foi uma igreja enorme. Para completar sua surpresa, ela soube que o rajá, ao chegar em casa, um ano atrás, tinha reunido seu povo, toda noite após o trabalho, e lido o folheto para eles. Ele explicou o que a missionária tinha falado para ele e como ele aceitou Jesus como Salvador. O resultado foi que mais do que 1500 pessoas aceitaram Jesus também! Imagine! Tudo isto porque uma menininha deu tudo que tinha a Deus...


Crianças, não precisamos atravessas os mares para achar pessoas que não conhecem Jesus como salvador. Talvez tenha alguém aqui que não fez uma decisão por Jesus... ( explicar o evangelho). Sugestão : “o céu e como ir lá” ilustrado e depois dê esse folheto para as crianças que fizeram sua decisão.


Também não precisamos atravessar os mares para contar aos outros de Jesus. Não precisamos ser adultos, nem ter muitas coisas, Jesus quer usar cada um de nós hoje, do jeito que estamos, e o Seu poder para multiplicar o nosso pouco. Você está pronto para dar tudo de você à Deus para Ele fazer o que Ele quer?


Dê um desafio para as crianças entregarem folhetos ou convites para a escola dominical, EBF, etc. ou juntar moedas para uma oferta missionária, etc.


Esta lição pode ser usada com base nas histórias: O menino que deu seu lanche, a criadinha de Naamã, a moeda da viúva, as pedrinhas de Davi, qualquer lição que mostra que Deus pode usar coisas pequena para fazer grandes obras.